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sábado, 22 de janeiro de 2011
Dia de reflexão
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Cavaco Silva e a SLN (II)
O que escrevi aqui a 1 de Junho de 2009, sobre este tema, mantém-se actual, pelo que apenas o reproduzo:
Sobre este assunto há perguntas a fazer:
Uma vez que a SLN (Sociedade Lusa de Negócios) não estava cotada em Bolsa, como é que Cavaco Silva soube da existência das acções, do seu valor, da melhor altura para comprar e para vender?
Se, com as acções cotadas na Bolsa, por vezes se detectam casos de informação privilegiada, punidos por Lei, que tipo de informação teve Cavaco Silva?
E é tudo o que tem de ser esclarecido.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Não devíamos saber já as funções de um Presidente da República?
Antes de qualquer acto eleitoral, seria conveniente esclarecer, explicar até à exaustão, quais as funções próprias de cada cargo a que os respectivos candidatos concorrem. Por exemplo, que nas legislativas não se elege directamente um 1.º Ministro, mas deputados à Assembleia da República, que concorrem em listas partidárias ou de movimentos cívicos, e são eles que apresentam programas de governo, opções a médio e longo prazo para o desenvolvimento do país, e que, na eleição de um Presidente da República não se está a escolher uma pessoa para desempenhar funções executivas, mas estritamente as que a Constituição enumera.
Se isto fosse feito, seríamos, talvez, poupados às perguntas que os jornalistas têm feito, ao longo dos anos, principalmente aos candidatos à Presidência da República, em que os questionam até sobre os seus programas, como se os devessem ter, em vez de analisarem os respectivos currículos, as suas atitudes, coerências e incoerências, ao longo da vida, política ou não, partidária ou não, embora, a meu ver, todas as nossas opiniões e atitudes possam conter uma afirmação política mesmo fora de qualquer filiação partidária.
É que, desta confusão em que os próprios profissionais da comunicação social incorrem e transmitem, surgem as mais diversas teorias do "cidadão comum" sobre as funções do Presidente da República em Portugal, que muitos podem apressar-se a desculpar à conta da iliteracia, mas, se for esse o caso, essa iliteracia também grassa nos profissionais da comunicação social, pois são eles que induzem em erro através das perguntas que fazem aos candidatos como se estes fossem desempenhar funções executivas. Um exemplo para ilustrar o que digo está no facto de ouvir, recorrentemente, e em relação ao candidato Cavaco Silva, quando este se auto-avalia como um economista experiente, alguns cidadãos referirem o Presidente do Brasil, Lula da Silva, que, não tendo "estudos", relançou a economia brasileira em apenas dois mandatos. Depois, claro, há que explicar que, no Brasil, quem tem funções executivas é o Presidente, que não existe o cargo de 1.º Ministro, etc., e, depois desta explicação, o que é que o "cidadão comum" fica a pensar? Talvez: para quê, então, todo este circo, esta correria pelo país, de lés-a-lés, esta aparência de debates, este dispêndio do que não temos, quando os seus poderes são tão limitados e talvez fosse mais pertinente aprofundar a análise do carácter, da personalidade de cada um dos candidatos para saber qual o que melhor se adequaria a esse cargo de representação do país e de vigilante do cumprimento da Constituição?
E talvez sejam estas pequenas coisas que contribuam para o aumento da abstenção.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Hoje, a minha indignação...
Em 1972 tive o prazer de trabalhar com a Comissão Executiva do 4.º Centenário da Publicação de "Os Lusíadas" (1572-1972), mais directamente com o Professor Hernâni Cidade (imagem em baixo) e o Dr. Sousa Barriga (de que não consigo lembrar-me do primeiro nome).
Hernâni Cidade (1887-1975) foi um dos nossos mais conceituados especialistas em Poesia Medieval e Sousa Barriga era, na altura, Secretário-Geral da Presidência do Conselho de Ministros.
Nesse tempo, a PIDE (Polícia Internacional para a Defesa do Estado) já se chamava DGS (Direcção-Geral de Segurança) ou, melhor, PIDE-DGS, pois a primeira sigla nunca descolou até aos nossos dias, embora a sigla DGS designe agora a Direcção-Geral de Saúde, e que me provocou ainda alguma apreensão quando recebi, há alguns meses, uma "sms" desta DGS, que foi desfeita de imediato ao ler o seu conteúdo, contendo informações sobre a gripe.
Como, em 1972, era Primeiro-Ministro o Professor Marcelo Caetano, e embora eu não fosse funcionária pública, mas dadas as minhas funções e os terrenos em que me movimentava, é muito provável que me tenha sido exigido algum documento, de que também não me lembro, que atestasse a minha idoneidade, ou, pelo menos, o registo criminal, do mesmo modo que hoje se continuam a exigir os registos criminais para muitas áreas de actividade, certificados de habilitações literárias e profissionais e, para certos cargos, se tem que jurar pela nossa honra que cumpriremos com lealdade as funções de que nos incumbem.
Nunca pensei ter de trazer isto para o blogue, porque, em regra, não trato aqui de assuntos pessoais, mas não encontrei outro modo para mostrar a minha indignação pela forma como alguns quiseram aproveitar-se da situação pré 25 de Abril do professor Cavaco Silva, que, afinal, teve que seguir os procedimentos em vigor naquela altura, como qualquer outro cidadão português nas mesmas circunstâncias.
Não sou admiradora de Cavaco Silva, como é sabido, mas ainda admiro menos gente mesquinha, ignorante, que distorce os factos ao sabor da onda que lhe convém com o objectivo único de agradar, sem qualquer sentido crítico, reproduzindo apenas o que outros dizem e, como se já não fosse triste e grave, em mau português, e, por tudo isto, eu não podia ficar calada perante golpe tão baixo.
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
Fernando Nobre em entrevista na SIC a 24 de Junho
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Assim, eu também não posso candidatar-me às presidenciais!

Na passada quinta-feira, no RCP, ouvi uma declaração de Alfredo Barroso, que foi chefe da Casa Civil de Mário Soares quando este desempenhou as funções de Presidente da República, em que dizia que Fernando Nobre nunca poderia ser Presidente da República porque não tinha qualquer experiência política, mas apenas médica e humanitária, acrescentando mesmo que tanto ele como Manuel Alegre eram apenas uns populistas de esquerda.Se a Constituição Portuguesa diz que qualquer cidadão português, maior de 35 anos sem cadastro criminal, pode concorrer às eleições presidenciais e ser eleito, e sendo esta uma eleição pessoal e não estando a maioria dos portugueses filiada em partidos políticos, o que é que "essa experiência política" fornece que seja um bem superior ao carácter, honestidade, à dedicação aos outros, à cidadania activa de qualquer pessoa que deseje candidatar-se?
Nas fotos, da direita para a esquerda: Fernando Nobre e Alfredo Barroso.
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